Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Fafá, a voz que sempre foi de Belém muito antes de o Pará ser visto como celeiro de música pop

Compartilhe:
fafa3-divulgacao

Cantora tem autoridade para celebrar a revalorização dos sons do norte do Brasil em show no Rock in Rio com Dona Onete, Gaby Amarantos, Jaloo e Lucas Estrela.

O Pará sempre foi pop, mas somente foi reconhecido como tal ao longo dos presentes anos 2010. Isolado no norte do Brasil no mapa musical do país, o Pará passou por processo de revalorização sonora nesta década que já se aproxima do fim.

Um coletivo informalmente intitulado Pará pop – formado por Dona Onete, Fafá de Belém, Gaby Amarantos, Jaloo e Lucas Estrela – vai celebrar a música da região em show agendado para esta quinta-feira, 3 de outubro, no palco Sunset do Rock in Rio 2019.

Contudo, há nessa turma uma voz que sempre foi do Pará muito antes de ele ser visto como celeiro de música pop. É a voz de Mária de Fátima Palha de Figueiredo, a cantora mais conhecida como Fafá de Belém.

De sorriso robusto, fechado momentaneamente para dar o devido tom introspectivo do consagrador álbum e show Humana (2019), Fafá carrega Belém no sobrenome já há 44 anos, décadas antes da redescoberta do Pará.

Fafá surgiu para o Brasil precisamente em 1975, ano em que a cantora despontou em escala nacional com a gravação do samba de roda Filho da Bahia (Walter Queiroz), feita para a trilha sonora da novela Gabriela (TV Globo, 1975).

Na sequência, no ano seguinte, a cantora gravou e lançou um primeiro álbum, Tamba-Tajá (1976), enraizado na cultura musical do Pará, na época somente propagada no Brasil com os carimbós gravados por Eliana Pittman.

Aos 80 anos, Dona Onete tem mais idade. Mas, no combo paraense do Rock in Rio 2019, a voz com mais autoridade para celebrar o Pará pop é mesmo a de Fafá, a que sempre foi de Belém.

parafotofelipegabriel

Deixe seu comentário:

Curta no Facebbok

Siga no Instagram

No images found!
Try some other hashtag or username