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Duda Beat segue ‘Bloco do prazer’ em disco produzido por Pupillo para dar tom pop ao frevo

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Caetano Veloso revive com Céu ‘A filha da Chiquita Bacana’, música que lançou em 1975.

Cantora e compositora pernambucana que ganhou fama nacional há dois anos, ao reprocessar o brega da região com sons eletrônicos, Duda Beat segue o Bloco do prazer no disco da Orquestra Frevo do Mundo, programado para ser lançado na quinta-feira, 6 de fevereiro.

Chamariz do elenco do disco por viver fase de grande popularidade, Duda Beat é a solista de uma das oito gravações inéditas que compõem o projeto fonográfico idealizado por Pupillo com Marcelo Soares para expandir o frevo com abordagem pop que motive o público a consumir o gênero após o Carnaval.

Coube a Duda regravar para o álbum – orquestrado sob a direção musical de Pupillo – o frevo composto por Moraes Moreira com letra de Fausto Nilo. Bloco do prazer foi lançado em disco, em gravação feita em 1979, pelo Trio Elétrico Dodô e Osmar, grupo formado na Bahia por Adolfo Nascimento (1920 – 1978), o Dodô, e Osmar Macedo (1923 – 1997) – inventores do trio elétrico em 1980 – e que se manteve em cena após a morte de Dodô.

O frevo Bloco do prazer – cabe lembrar – foi regravado por Nara Leão (1942 – 1989) no álbum Romance popular (1981), mas somente caiu na boca do povo quando ganhou a voz de Gal Costa em registro de 1982.

Outra faixa do álbum da Orquestra Frevo do Mundo expõe a recorrente conexão entre Pernambuco e Bahia quando o assunto é frevo. Composta por Caetano Veloso e lançada em disco em 1975 na voz do autor, a marcha-frevo A filha da Chiquita Bacana ganha outra abordagem de Caetano em gravação feita pelo artista baiano com a cantora paulistana Céu – para quem Caetano forneceu música inédita, Pardo, incluída no último álbum da artista, APKÁ (2019).

Outra cantora projetada na cena paulistana dos anos 2000, Tulipa Ruiz integra o elenco do disco da Orquestra Frevo do Mundo com releitura de Frevo mulher, o sucesso de Zé Ramalho, apresentado por Amelinha em gravação feita em 1978 e lançada em 1979.

Frevo mulher batizou o segundo álbum da cantora cearense e resiste, em vozes como a de Elba Ramalho, além dos períodos de folia, como ambiciona Pupillo ao criar o disco da Orquestra Frevo Mundo com músicos oriundos de Rio de Janeiro, de São Paulo e, claro, de Pernambuco.

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